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O Governo vê “com satisfação” o aumento de “apenas 1,2% das tarifas transitórias da eletricidade” em 2017 hoje anunciadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

Jorge Seguro Sanches, secretário de Estado da Energia, num comunicado refere que “esta subida do preço da energia ocorre num contexto inédito”, sendo “a mais reduzida dos últimos 10 anos, abaixo da inflação prevista para o próximo ano”.

O valor agora fixado pela ERSE “reflete o esforço do Governo para travar os custos excessivos do sistema elétrico nacional”, num ano em que “o serviço da dívida tarifária atinge o valor mais alto de sempre, [de] 1.900 milhões de euros”, segundo a tutela.
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Resumindo, as tarifas de eletricidade no mercado regulado vão subir 1,2% para os consumidores domésticos a partir de 01 de janeiro, o que representa um aumento de 57 cêntimos numa fatura média mensal de 47 euros.
As tarifas transitórias para os consumidores que ainda não migraram para o mercado liberalizado, que vigoram durante todo o ano de 2017, têm a variação mais baixa desde 2006, ano em que o aumento foi igualmente de 1,2%.

No entanto, os preços de futuros da energia elétrica – decorrentes da descida do preço do petróleo – inferiores aos do ano anterior e as medidas adotadas pelo Governo permitiram atenuar o aumento das tarifas em 2017.