A verdade sobre nos apaixonarmos com a nossa cabeça em vez do nosso coração!


Eu sou uma auto-proclamada mulher emocional. Eu uso consistentemente a linha / desculpa de “Escrevo artigos incrivelmente vulneráveis para a internet” a qualquer momento que eu tendo a partilhar algo a mais. Eu tenho uma camisa que tem escrito “Todo os sentimentos” impresso em letras grandes, caso alguém duvide que eu sou uma pessoa muito aberta em relação às minhas emoções. Os sentimentos sempre me fascinaram, e passo muito tempo a tentar entendê-los, acompanhando-os para o passeio e discutindo-os em grande detalhe para obter uma perspectiva mais clara.

Por isso, não é nenhuma surpresa, então, que quando se trata de minha vida amorosa, sentimentos sempre desempenharam um papel fundamental nas minhas decisões. Eu tenho “perseguido” maus rapazes e pessoas emocionalmente indisponíveis, simplesmente, com base em “faíscas” que eu senti. Eu fiquei com pessoas, as quais eu deveria ter deixado ir simplesmente, mas porque quando eles me beijaram e me fizeram sentir bem por algum tempo, eu deixei-os ficar. Eu apaixonei-me por pessoas com quem a relação estava condenada desde o início, porque as minhas emoções estavam na frente e carregaram no acelerador antes de eu puder pensar duas vezes – ou, honestamente, pensar em tudo. O meu lado lógico tentou entrar em jogo e provavelmente podia ter-me salvo de mais de uma decisão má se eu tivesse parado de tentar empurrá-lo para um armário no canto da minha mente – um lugar onde eu poderia ouvir o meu lado mais razoável a bater à porta. O lado mais lógico de minha mente sempre apontou para a explicação óbvia ou mais razoável sobre tentar encontrar alguém compatível, e ele só tem-se sentido chato – não o tipo de paixão ou emoções que você lê em histórias de amor. Eu sempre revirei meus olhos para a lógica e passei por ela como um acordo de termos e condições – alegando que eu sabia no que me estava a meter, apesar de tudo o que realmente me importava era como alguém me fazia sentir.

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Mas tu? Tu fizeste-me agir de uma forma que nunca ninguém me inspirou a agir- deixar o meu lado mais lógico ter uma decisão. E, na realidade, isso assusta-me de morte.

Porque deixa-me dizer-te, os meus sentimentos andam à roda neste momento. Eu sinto que temos uma verdadeira química, pelo menos do meu ponto de vista. Tu fazes o meu coração bater um pouco mais rápido quando me sento ao teu lado e penso em beijar-te mais vezes do que devia. Tu fizeste-me sentir como se estivesse no topo do mundo e nem te apercebeste. Tu sempre estiveste mais perdido na tua mente. No entanto, tu conseguiste resolver alguns desses pensamentos na tua mente.

Uma vez que as minhas emoções andam a 200 à hora, eu estou, de alguma forma, habituada a desviar-me de um camião! E, surpresa minha, isto é mais emocionante do que eu esperava, e nós ainda não sabemos onde isto vai parar.

Tu fizeste-me pensar sobre a compatibilidade e o que eu,honestamente, quero numa relação, ao contrário de ir atrás das emoções.

Estou a gastar mais tempo do que queria, tenho que admitir, a pensar se nós deviamos ou não tentar. E, até agora, até o meu lado lógico concorda que tu e eu temos uma hipótese muito sólida de criar algo incrível se nós quisermos.

O fato de que tu estás a trazer para fora este meu lado que eu sempre preferi reprimir, honestamente, fez-me pensar que, talvez, só tu me podias empurrar para uma versão melhor de mim mesma, porque tu já estás a faze-lo neste momento. Isso faz-me pensar sobre tudo o que já construímos e em como é sólido e baseado na honestidade e na confiança, e como isso poderia sustentar qualquer coisa que decidíssemos acrescentar a ela.

As minhas emoções estão loucas por ti, e o meu lado lógico está com o sinal a verde!

Acho que quero manter-te por perto, enquanto estiveres disposto a ficar. Porque se os meus sentimentos e o meu lado lógico te aeitam, eu acho que eles têm algo a dizer, certo?

Porque se fosse comigo, rapaz, eu teria que dizer que dar a essa coisa uma hipótese verdadeira é apenas lógico.