Governo quer que funcionários públicos passem a andar de bicicleta


Objetivo faz parte do Programa de Mobilidade Sustentável. O diploma foi já assinado pelo primeiro ministro.
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Implementação do Programa ECO.mob prevê uma poupança de cerca de 50 milhões de euros no período até 2021 e um financiamento inicial de 41,5 milhões

No âmbito da «Gestão da Mobilidade», com um custo previsto de 10,5 milhões de euros, foram criadas seis linhas de ação, que, essencialmente, assentam na partilha da frota do Estado (“car sharing”), na redução das necessidades de mobilidade através da videoconferência, na utilização de bicicletas para deslocações e na realização de um estudo de caracterização das deslocações na Administração Pública.

Relativamente às bicicletas, isto é, “promoção de modos suaves”, está prevista a “aquisição de veículos suaves e a criação de condições para a sua utilização, como o estacionamento para bicicletas nos organismos da Administração Pública, a adesão a sistemas de bike-sharing”. Medidas que a tutela considera “inovadoras” e que “potenciarão deslocações mais sustentáveis”.

Sustentabilidade que atravessa todas as linhas de ação da mobilidade, como a “gestão eficiente e partilhada da frota”, através de “car sharing” (partilha de carro) e “car pooling” (partilha de carro particular), e a “promoção da utilização de transportes públicos”.

A realização de um estudo sobre as deslocações na Administração Pública, “de forma a quantificar e identificar as necessidades reais”, insere-se nos Planos de Mobilidade Sustentável, que terão um custo previsto de 2,5 milhões de euros.